
Um Buraco que ainda tem BD, mas que se tornou definitivamente um veiculo de expressões artísticas sem margens nem fronteiras. Editado pela Oficina Arara.

Um Buraco que ainda tem BD, mas que se tornou definitivamente um veiculo de expressões artísticas sem margens nem fronteiras. Editado pela Oficina Arara.

20 anos depois, André Carrilho, que participara no primeiro, assume a direcção de um novo número da Aí Aí. Nos antípodas da ambição comercial do primeiro mas com a mesma orientação gráfica e artistíca. E com a mesma equipa.

O quinto número do Buraco acentua a distanciação da BD e aproximação de uma intervenção artística e literária bastante mais ampla. Mas os actores do projecto ainda marcam presença apesar de a BD ser escassa.


O jornal o Combate não foi só o orgão de comunicação oficial de um partido (ou dois, a LCI e o PSR), foi também um campo de experimentação gráfica onde – a par de um outro orgão de comunicação, este situado à direita, o Independente – uma série de autores puderam dar largos ao seu talento e criatividade, quer na ilustração, quer na BD. Este livro documenta grande parte desse talento e criatividade, com muita ilustração e alguma BD.
Textos introdutórios de Jorge Silva (director gráfico do Jornal entre 1978 e 2003) e Heitor de Sousa.

Com a participação dos americanos Megan kelson e Ron Regé Jr.
