
Paulo Duarte dedica-se a evocar uma série de artistas que produzirem capas para Banda Desenhada e, entre eles, o português Carlos Alberto Santos.

Paulo Duarte dedica-se a evocar uma série de artistas que produzirem capas para Banda Desenhada e, entre eles, o português Carlos Alberto Santos.

Neste ano – este projecto editorial dinamizado por Catarina Figueiredo Cardoso e dedicado a proporcionar “uma panorâmica anual da produção de livros de autor, edição independente, e produção crítica e académica relevante” – foi dedicado à Banda Desenhada e teve Marcos Farrajota com editor convidado.

Um livro como os discos do passado: com dois lados. Do outro estava Corta e Cola – Discos e histórias do Punk em Portugal (1978-1998). Deste lado – o B – estava esta reflexão de Marcos Farrajota sobre a BD e o movimento Punk.

Um estudo sobre a revista Titã e a reprodução de uma série de gravaras duma homenagem a Eduardo Teixeira Coelho.

Um revisitação da boa BD dos anos 70, onde o editor (Marcos Farrajota) foi buscar o âmago à mítica Visão (assinalando assim os seus quarenta anos) e aos seus melhores autores (menos Mesquita). Mas também ao Estripador (Relvas, que não esteve na Visão), ao Evaristo e ao & Etc.


Ou, Um Olhar sobre a BD Portuguesa. Produzido para o Treviso Comic Book Festival (Itália). Textos de Marcos Farrajota e Alberto Corradi.