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Crise Ibérica – Exposição Luso-Espanhola de Ilustração e Banda Desenhada

Crise Ibérica - Exposição de autores portugueses e espanhois

Exposição comissariada por Daniel Casal del Rey com obras de
Álvaro Nofuentes ; Carlos Pinheiro; Daniel Casal del Rey e Ricardo Alves; Daniela Duarte; Diniz Conefrey; Don Rogelio; Elías Taño; Filipa Areias; Jorge Mateus; Marco Mendes; Martín López Lam; Nuno Sousa; Paco Roca; Pedro Serpa; Sagar e Zoel Forniés; Santiago García y Pepo Pérez e Ximo Abadía.
CRISIS (del latín crisis, a su vez del griego κρίσις) es una coyuntura de cambios en cualquier aspecto de una realidad organizada.
A actual crise económica adquiriu uma dimensão internacional. A sua profunda repercussão afecta-nos a todos e assim sendo os cidadãos podem e devem opinar sobre ela. Aliás, como a cise impregna tudo, surge continuamente na nossa vida quotidiana.
Esta situação tem sido abordada de diversos pontos de vista, desde o político ao económico, desde o sociológico ao artístico. O mundo da Banda Desenhada e da Ilustração não é excepção.
Se esta crise está também designada como “ibérica” é porque muitos dos efeitos que produz são comuns em Espanha e em Portugal e, também aqui os autores os tem reflectido na sua obra.
Assim pareceu-nos muito interessante conhecer como se vive e como se expressa esta tremenda situação nas BD’s realizadas por artistas de ambos os países.
Daniel Casal del Rey
No âmbito de um estágio do Programa FARO GLOBAL (Fundação Geral da Universidade de Vallallolid enquadrado pela Turbina Associação Cultural
(texto de apresentação da exposição que esteva patente até 10 de Novembro de 2013).

Lixo Futuro – exposição colectiva

Lixo Futuro - exposição colectiva

Esta é a última geração de seres-vivos. Depois disto, só lixo. Pior do que já existe. Somos um baby boomer invertido. Somos o fim. Somos o início do pós-merda. Queremos que tudo se foda, com paixão. Somos idólatras da aldeia global. Usamos a nossa arte, não no sentido da salvação, mas da consternação. Celebramos o Futuro na esperança que ele seja pior. De promessas está o mundo cheio. Aceitamos as coisas como elas são, sem stress. Que se foda o presente. Somos o lixo futuro. ” – A.S.

(texto da exposição que esteve patente até 8 de Setembro de 2013).