
Expo na Galeria Municipal Artur Bual integrada no 22º Amadora BD.

Expo na Galeria Municipal Artur Bual integrada no 22º Amadora BD.

“Voyager” é um projecto de ficção científica que se iniciou em 2008, com a publicação online de 13 contos de uma página. Estes descrevem as aventuras de um viajante pelo multiverso, passando por locais tão diversos como Amsterdão ou a sexta lua de Bellahn-Dor.
A estória online do “Voyager” expandiu-se ainda ao Twitter onde, ao longo de 2 anos, foi possível acompanhar “em tempo real” as suas aventuras. As crónicas do Voyager foram das primeiras em língua portuguesa a serem publicadas nesta rede social.
O álbum agora editado é uma edição de autor, que reúne os 13 contos online, uma estória inédita de 36 páginas, e é complementado no final com vários extras que descrevem o processo criativo.
“Voyager” é a segunda publicação do colectivo R’Lyeh Dreams, que em 2008 publicou os “Murmúrios das Profundezas”, um fanzine premiado com o troféu Central Comics em 2009. Este álbum reuniu um conjunto de contos de terror, inspirados no universo criado por H.P. Lovecraft.
A R’Lyeh Dreams é um grupo criativo, nascido num fórum de BD, e que reúne vários autores nacionais, espalhados de norte a sul do país, e no estrangeiro. A distância faz que com alguns autores nem se conheçam pessoalmente, trabalhando à distância e comunicando exclusivamente via internet.
(texto de apresentação da exposição que esteve patente até 7 de Agosto de 2011).




Um exposição de BD no feminino produzida pela, e apresentada na, Casa da Animação no Porto.

Quatro autores. Quatro leituras.
Discursos visuais diferentes entre si, que se aproximam sem choque entre eles.
São visões que nos transportam para o nonsense do nosso existir. A alteração da realidade através de quatro lógicas distorcidas, analisadas, expostas.
A filosofia do mais básico dos humanos ao sentido quase religioso da procura das razões que a nossa alma emite. Nunca podemos ver estes quatro autores como um todo por serem diferentes entre si e assumirem essa diferença. Usam a sua marca, o seu cunho, para nos obrigar a sorrir ou nos incomodar.
É complicado o respeito entre egos e exigências humanas mas a vivência dos quatro autores, dentro do espaço físico partilhado para trabalhar, The Lisbon Studio, permitiu que as suas realidades se aproximassem. É uma mistura explosiva que em muitos momentos, entre risos e depressões, consegue criar as obras.
Trabalhos de Ilustração e Banda Desenhada que demonstram essas interpretações da nossa realidade e a de cada um.
(texto de apresentação da exposição que esteve patente até 2 de Janeiro de 2011.