
A primeira experiência a cores de Fernando Relvas. No Se7e entre Dezembro de 1985 e Julho de 1986 num total de 30 pranchas.

A primeira experiência a cores de Fernando Relvas. No Se7e entre Dezembro de 1985 e Julho de 1986 num total de 30 pranchas.

Uma BD em três páginas de António Jorge Gonçalves. Publicada no espaço de BD do Diário Popular.

Geraldes Lino foi sempre um “agent provocateur” da BD nacional multiplicando-se em colaborações com praticamente todos os jornais nacionais nas ultimas décadas do sec. XX. Um deles foi o Diário Popular (jornal vespertino existente entre 1942 e 1991) onde Lino animou durante um ano, a partir de Setembro de 1985, uma rubrica designada como Tablóide.
A partir dele, dedicou-se a entrevistar e a incentivar a produção dos jovens autores nacionais desse anos. Aqui um BD em três páginas de Jorge Colombo.

O Pau de Canela era o jornal oficial do programa da RTP – Arroz Doce – apresentado por Júlio Isidro. Durante 18 sessões deste programa diversos autores fizeram, ao vivo e no programa, uma prancha de BD em regime de “cadavre exquis” em que cada um deixava, na última vinheta” uma situação para ser resolvida pelo próximo. As dezoito pranchas forma publicado depois no jornal.
Os programas podem ser no arquivo da RTP: https://arquivos.rtp.pt/conteudos/arroz-doce

Relvas vai-se aproximando do delírio total (associado a uma mestria e criatividade em alta). Sangue Violeta chega ao Se7e em meados de 1984. Seguindo a numeração que o autor vai dando às pranchas, temos uma primeira parte com 19 meias pranchas, e uma segunda (Fonki-Fonki) onde a contabilidade se vai tornando impossível. Há um desvio para incluír um sub enredo (Tax-Diver) mas antes surge em cena o próximo e grande protagonista: Karlos Starkiller.
Estas histórias forma objecto de reedição em álbum pela El Pep em 2012, mas nem todas as pranchas foram incluídas. Por exemplo os episódios (deliciosos) de O Bando ficaram de fora.

Nova deambulação do autor (numa nova anunciada colaboração com Marlene). Oito e catorze meias pranchas, uma história esboçada em duas partes.

A carreira de Fernando Relvas consolida-se e o autor vai experimentando (agora com uma anunciada colaboradora, Marlene) e saltando de título em título, de personagens em personagens. Esta história durou 8 semanas e 16 meias pranchas.